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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Def Jam Icon

Def Jam Icon: "
download Def Jam Icon xbox 360>> Sinopse Descrição

Def Jam: Icon é um jogo de luta que coloca alguns dos maiores rappers da atualidade em arenas urbanas, lutando pela fama e sucesso. Em meio às batidas do hip-hop, os artistas utilizam socos, chutes e agarrões típidos da luta greco romana aliados a elementos do cenário para destruir quem estiver em seu caminho.

O sistema de luta do game é bastante semelhante a jogos como Fight Night Round 3. O analógico esquerdo do controle serve para mover o personagem, enquanto o direito executa os golpes. Não há barra de energia, nem nada que quantifique os danos sofridos. O jogador deve ficar atento à aparência de seu lutador, pois ela determina o quão perto da derrota ele está.

O ponto de maior destaque de Def Jam: Icon é a forma como a música afeta a jogabilidade. As batidas mais fortes dos sucessos do hip-hop fazem com que o cenário ative as áreas de dano. O lutador que for atirado a um destes locais de forma sincronizada com a música é atingido. No Xbox 360, é possível utilizar suas próprias músicas, que, através de um sistema que detecta as principais batidas, funciona da mesma maneira que a trilha sonora original do jogo durante as lutas.

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Informações Complementares

Nome......................: Def Jam Icon
Fabricante......................: EA Games
Gênero......................: Luta
Frequência..................: Region NTSC/USA
Idioma..................: Inglês
Formato.....................: DVD Full
Hospedado....................: Mega Upload
Partes Compactadas..........: 6 partes
Tamanho dos arquivos........: 1000MB
Tamanho do último arquivo...: 805MB
Tamanho descompactado.......: 7,29GB
Compactação.................:. rar
Ano Do Lançamento............: 2007
Firmaware....................: 1.4 ou Superior
Possui Stealth?.............: Sim
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Dead Rising

Dead Rising: "
download Dead Rising Baixar jogo Completo gratis Xbox 360Dead Rising é um jogo de aventura inovador, desenvolvido pela Capcom, que segue um rumo inverso ao título mais famoso da produtora, Resident Evil. Diferente deste, Dead Rising vai além, mesclando o que há de melhor nos thrillers com as novidades que um console de nova geração pode oferecer. Aqui, o objetivo não é se esquivar, morrer de medo dos sustos e ataques dos zumbis, mas apenas sobreviver.

Você entra na pele de Frank West, um fotógrafo freelancer que parte para Colorado, mais precisamente na cidade Willamette. Alugando um helicóptero, West consegue entrar clandestinamente na cidade sitiada pelo exército, parando no heliporto de um shopping center. Uma vez lá dentro, a linha entre a vida e a morte só depende do seu instinto de sobrevivência.



Ao contrário dos outros jogos, Dead Rising apela para o humor, pois é possível entrar em todas as lojas e utilizar uma gama monstruosa de itens para matar os zumbis, que são lentos e fracos. Que tal usar armas de fogo, caixas registradoras, bolas de boliche, foices, manequins, televisões de plasma e cones para detonar os simpáticos mortos-vivos? Trocar de roupa, lanchar e participar das cenas mais cômicas faz do jogo diferente e abre um leque de possibilidades, permitindo replays incessantes. Portanto, acabar o game somente uma vez não vai satisfazer nem mesmo o jogador casual.

O personagem deve sobreviver a 72 horas (no jogo) dentro do shopping, realizando missões como carregar personagens de um local a outro ou salvá-los da morte. Além disso, como todo fotógrafo que se preze, Frank precisa capturar as melhores cenas durante sua aventura. O jogo torna-se, então, mais desafiador, visto que as melhores fotografias permitem ao protagonista passar de nível, alcançando novas habilidades.

A sonoplastia é uma das mais ricas para jogos, logo cada objeto possui sons distintos. Vale ressaltar que o jogador só pode salvar em lugares determinados, como banheiros e camas, os quais são extremamente escassos no game. O poder de processamento do Xbox 360 também merece destaque, já que é possível enfrentar uma enorme quantidade de inimigos nunca vista. Não é à toa que a conquista mais difícil é matar todos os zumbis, nada menos que a população total da cidade: 53.594 habitantes. O que você acha de encarar toda essa galera?

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Informações Complementares

Nome......................: Dead Rising
Fabricante......................: Capcom
Gênero......................: Aventura
Frequência..................: Region NTSC-USA & JPA Incluindo China
Idioma..................: Inglês
Formato.....................: DVD Full
Partes Compactadas..........: 7 partes
Tamanho dos arquivos........: 1024 MB
Tamanho do último arquivo...: 680MB
Tamanho descompactado.......: 7,29 GB
Compactação.................:. rar
Ano Do Lançamento............: 2006
Firmaware....................: 1.4 ou Superior
Possui Stealth?.............: Sim
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Dance Dance Revolution Universe 3

Dance Dance Revolution Universe 3: "
Dance Dance Revolution Tamanho: 7,30 GB
Idioma: Inglês
Mídia: Dual Layer
Região: NTSC-U
Compatibilidade Ixtreme & Stealth: Sim

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Comparação gráfica de F1 2010 entre o jogo e a corrida em pistas reais

Comparação gráfica de F1 2010 entre o jogo e a corrida em pistas reais: "
Este ano, a Codemasters irá lançar o jogo Formula 1 2010. Para poder mostrar um pouco do poder gráfico do jogo os desenvolvedores responsáveis pelo jogo mostraram algumas imagens comparando o jogo com uma corrida na vida real, veja que os resultados foram interessantes.

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F1 2010 sairá em Setembro para Xbox 360, PS3 e PC.

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Brasil 2010 – Balanço final

Brasil 2010 – Balanço final: "

TRABALHO EM PROGRESSO. EDITANDO ENQUANTO COMENTO JOGOS DA COPA PELA RÁDIO BANDEIRANTES. OS NOMES QUE FALTAM AINDA SERÃO EDITADOS


JÚLIO CÉSAR – NOTA 7 – Pouco abaixo do esperado. Um dos melhores, se não o melhor goleiro do planeta. Mas foi infeliz no gol de empate holandês, na confusão com Felipe Melo, que também o atrapalhou. No mais, como sempre, um goleiro confiável uma liderança positiva. Infelizmente, como costuma acontecer em partidas para esquecer, não era a melhor tarde de JC. Ainda assim, dos melhores goleiros da Copa.


MAICON – NOTA 7 – Na ótima média usual. Cresceu com o Brasil na marcação. Um golaço na estreia, mas uma desatenção que resultou no gol norte-coreano. Melhorou nas demais partidas, e fez um grande primeiro tempo contra os holandeses, dando poucas chances a Kuyt, e ainda voando pela ponta direita. Dos melhores laterais da Copa, pela bola que joga, e pelo físico impressionante.


LÚCIO – NOTA 8 – O melhor zagueiro-direito do Mundial. Melhor brasileiro contra Portugal, teve só uma falha contra a Coreia do Norte. No mais, uma excelente Copa. Mais uma. Foi o melhor brasileiro em 2000-10. Manteve o ótimo nível. Uma pena.


JUAN – NOTA 8 – O melhor contra o Chile. Mais atarefado que Lúcio por ter de cobrir Michel Bastos e Felipe Melo. Sem culpa nos gols holandeses, ainda quase deixou um dele no primeiro tempo, e salvou outros dois holandeses, na segunda etapa. Outro que manteve o nível, e fez o Mundial que dele se esperava.


MICHEL BASTOS – NOTA 4 – Foi muito bem contra o Chile, contra o ótimo Alexis Sánchez. Contra Robben, cometeu ao menos 3 faltas para cartão. Ficou uns 20 minutos além do recomendável em campo, pela teima de Dunga, que ainda não havia aprendido com os erros dos cartões recebidos a Kaká e Ramires, por inexperiência do treinador. Jogou 10 minutos como meia aberto pela esquerda, quando Gilberto entrou contra os chilenos. No mais, o lateral mediano que foi em toda carreira. Um bom ala na França. Mas não o lateral que o Brasil precisava numa Copa do Mundo. Menos ainda para marcar Robben. Por mais que tenha um bom primeiro tempo, com a ajuda de Felipe Melo e Juan, ainda assim não poderia se sair bem no Mundial. Ainda mais com a assessora que fazia pergunta encomendada em entrevista coletiva. Mas a culpa não é dele por não jogar bem na função que não era dele. A responsa, no caso, é do treinador que o escolheu. Se não tinha grandes opções para a lateral esquerda brasileira, ainda assim tinha melhores que Michel e Gilberto.


GILBERTO SILVA – NOTA 6 – Dá para dizer que não decepcionou. Fez uma boa Copa. Muito boa partida contra o Chile, quando anulou Mark González e, depois, travou Valdivia. Contra a Holanda, fez um ótimo primeiro tempo, como todo o Brasil, contra o excelente Sneijder. Depois, o homem que ele deveria ter marcado fez dois gols: nenhum, porém, por responsa dele; no primeiro, Michel Bastos deixou Sneijder cruzar, JC e Felipe Melo se atrapalharam, e a Holanda empatou. No segundo, Felipe largou o catatau meia holandês para virar o placar. No mais, uma boa Copa, Sem muitos problemas contra Hong, na estreia, bons e tranquilos jogos contra os trancados e recuados marfinenses e portugueses. Ao final das contas, uma passagem vencedora pelo Brasil em 3 copas.


FELIPE MELO – NOTA 5 – Capaz de um passe espetacular para Robinho abrir o placar nas quartas-de-final. Incapaz de manter o equilíbrio psicológico durante as partidas, e mesmo tático. Bobeou com menos de um minuto no segundo tempo, atrapalhou-se com JC no empate, não marcou Sneijder no desempate, e ainda chutou duas vezes Robben antes de pisá-lo, caído no gramado de Port Elisabeth. E o pior é que Felipe Melo ainda disse que não merecia ser expulso… Infelizmente, Felipe Melou o sonho do hexa. Mas não se pode demonizá-lo. Se não era mesmo a melhor opção como volante pela esquerda do Brasil (outra responsabilidade de Dunga), também não era o horror com que ele maltratava os rivais e, por vezes, a Jabulani. Teve ótimos momentos com a Seleção. Mas foi se perdendo (e a cabeça também) pela Juventus, em 2009-10. Chegou mal das pernas e da bola. E manteve o mau momento pelo Brasil.


ELANO – NOTA 7 – Caso típico e raro de jogador que atua melhor pelo Brasil que pelo clube. Talvez não fosse o caso de levá-lo para o Mundial. Menos ainda escalá-lo como titular. Mas foi muito bem, com dois gols e boa movimentação, além de dar um pé atrás. Outro que foi melhor que a encomenda. E o Brasil sentiu sua ausência, até pelo desempenho decepcionante de Daniel Alves.


KAKÁ – NOTA 5 – Não estava fisicamente perfeito. Compreende-se. Mas, ainda assim, poderia se esperar mais. OK, Dunga não deu um companheiro de nível e de bagagem a ele – Ronaldinho Gaúcho. OK, não tinha um substituto à altura – Ganso ficou pelo Brasil. Apenas Júlio Baptista era pouco, quase nada, como nada foi contra Portugal. E o resultado foi abaixo do esperado. Contra a Coreia do Norte, poucos se salvaram. Sem ritmo, ele não foi bem. Nos 3 a 0 contra Costa do Marfim, deu o primeiro gol, e participou ativamente dos gols e nos melhores lances brasileiros. Pena que tolamente perdeu a cabeça e, mesmo expulso injustamente, só não foi mais infantil que Dunga, que não o sacou de campo. Perdeu um jogo e mais ritmo. Ainda assim foi bem contra o Chile, e, contra a Holanda, só quase fez um golaço, muito bem defendido por Stekelenburg. Enfim, muito pouco para tanto jogador. Só não digo que Kaká decepcionou porque, honestamente, pela temporada que teve, pelos problemas físicos, não esperava tanto. Mas, claro, é mais que ficou devendo, pelo conjunto da obra, e pela responsabilidade de um camisa 10.


ROBINHO – NOTA 7 – Muito bem contra a Coreia do Norte, discreto contra a Costa do Marfim, não atuou contra Portugal. Bem contra o Chile, um ótimo primeiro tempo, um gol e a melhor jogada do Mundial aos 30 minutos, contra os holandese, quando comeu dois, serviu Luís Fabiano que, de taquito, deixou Kaká quase marcar um golaço. Pena que se perdeu emocionalmente, dava mais broncas que doutora Havanir com azia. E acabou não ajudando. Entendo que, na média, fez um bom Mundial. E fez as chances que criou. Ainda assim continua não sendo todo o jogador que poderia ser. Ou que aparentava ser.


LUÍS FABIANO – NOTA 6 – Esquecido na má estreia brasileira, foi o Man of the Match na ótima partida contra Costa do Marfim, com dois belos gols – incluindo o mais lindo e irregular que já vi. Contra Portugal, ele e o Brasil se pouparam. Fez boa partida contra o Chile. E, além do belo lance já descrito, teve apagadíssima atuação contra os holandeses. Mais bateu que jogou. Pelo que jogou, pelo que joga, decepcionou. Ou apenas confirmou o que ótimas partidas pelo Brasil em 2008 e 2009 confundiram: é um senhor atacante. Mas não um titular absoluto da Seleção numa Copa.


GOMES – Não jogou. E quando esteve em campo nos amistosos pré-Copa, foi muito bem.


DONI – Só treinou. Ao que se sabe, porque não era possível ver os treinos.


DANIEL ALVES – NOTA 4 – Titular e discreto contra Portugal. Idem contra Chile. Idem contra a Holanda. Afunilou, mais correu que pensou, bem menos jogou do que sabe. Pelo que poderia jogar como o terceiro meia do 4-2-3-1, eventualmente até como lateral-esquerdo, decepcionou.


THIAGO SILVA E LUISÃO – Zagueiros reservas não atuaram, e nem precisariam, pela qualidade dos titulares.


GILBERTO – NOTA 4 – Entrou duas vezes na posição que só Dunga ainda o enxerga – como lateral. E não entrou bem nas duas vezes. Não era o caso de ter sido convocado como lateral – onde não joga mais. E nem mesmo como meia – onde não vinha jogando bem pelo Cruzeiro.


JOSUÉ – NOTA 4 – Não era para ter sido convocado. Não era para ter sido escalado contra Portugal. Mesmo se ainda fosse o Josué do São Paulo e da temporada anterior pelo Wolfsburg, não era o caso. Não foi.


KLEBERSON – NOTA 4 – Poderia ter sido a opção para Felipe Melo. Se fosse o de 2002. Ou aquele antes de machucar no ombro, em 2009. Não o volante reserva do Flamengo, que só jogou bons 45 minutos contra o Corinthians, no Pacaembu. Quase nada para servir uma Seleção desservida no meio-campo, mesmo lotada e loteada de volantes


RAMIRES – NOTA 7 – Foi melhor que todos contra a Tanzânia. Entrou muito bem contra o Chile – mas levou amarelo tolo – tão infantil quanto Dunga, que o manteve em campo, e acabou o perdendo para o jogo decisivo contra a Holanda. Daria muito mais qualidade, velocidade e saída de jogo para o Brasil. Marcando tanto quanto Felipe, batendo muito menos, e jogando muito mais.


JÚLIO BAPTISTA – NOTA 4 – Mal jogou muito mal contra Portugal. E não fez o que poderia. Também porque não poderia. Não era a alternativa para Kaká, mesmo com Kaká jogando tão pouco.


NILMAR – NOTA 7 – Entrou muito bem contra Portugal, atacando, armando e até marcando. Deveria ter sido usado mais vezes. E só jogou na dele quando a Holanda havia virado o placar.


GRAFITE – Jogou pouco tempo. Como havia jogado pouco tempo contra a Irlanda e mesmo assim veio ao Mundial onde fizeram falta Neymar e Ganso.


DUNGA – NOTA 6 – Depois comento mais. Mas dá para dizer que se perdeu mais fora que dentro de campo. Mais nas palavras que nos atos.

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Magic Keys n82 e n95

Magic Key – Download e tutorial

Sei que já tem algum tempo que este aplicativo apareceu em diversos blog´s e sites especializados no assunto. No entanto,o único procedimento efetuado por esses blog´s e/ou sites, foi copiar e colar a descrição do aplicativo, deixando seus leitores na “mão” e repletos de duvidas. Até mesmo eu, que sou apaixonado pelo assunto, tive enorme dificuldade para configurá-lo ( gastei mais de 3 horas em tentativas frustradas, para descobrir algo muito simples). Segue “passo-a-passo”:
1 - Acesse programa, clique para direita.Você acessará o menu “KeyMap List”. Feito Isso pressione “1″ e digite o nome que desejar.
2 – Clique sobre a lista que você criou. Pressione “1″, vai aparecer a tela onde mostra: “Original Key” – que é o local que define a tecla que deseja usar. E “Maps To” – Tecla que vai ser trocada de lugar. (Ex: quero que o botão 5 vá para câmera. Então “Câmera” é Original Key e “5″ é Maps To.)
3 - Com o cursor sobre Original Key, pressione a tecla “verde” (atender ligações). Vai aparecer “999″, ainda com o cursor sobre “Original Key” pressione o botão que quer utilizar (neste exemplo câmera), verifique que o numero “999″ vai alterar para o numero correspondente a tecla definida (câmera = 226). Agora mova o cursor sobre “Maps to” e novamente pressione tecla “verde” em seguida tecla que deseja substituir (neste caso 5 = 53). Pressione “Ok” para concluir. Ao finalizar você terá uma tela semelhante a imagem ao lado.
4 - Após definir todas as teclas a serem modificadas, pressione “voltar” e clique para direita para acessar “App List”. Nesta tela vamos definir qual programa vai utilizar estes comandos. Pressione “1″, escolha o aplicativo na listagem e de um “ok” (neste caso FIFA).
5 – Você voltará a tela “App List” Sobre o aplicativo que você adicionou clique “Ok” e selecione a lista de teclas que você criou. Agora clique em sair, e pronto!
http://www.ramalhoblog.com/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/winzip.gif download: Magic Key
added: 12/06/2008
clicks: 3639
description: Compatível com Nokia S60 3° Edição. Necessário assinar aplicativo antes do uso.
 Do

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

GOD MODE Windows 7

Superpainel: dezenas de configurações do Windows 7 num só lugar

Superpainel: dezenas de configurações do Windows 7 num só lugar


Um truque permite criar um superpainel de controle no Windows 7, concentrando uma enorme lista de configurações do sistema no mesmo local.

Para Ativar o modo todo poderoso é simples. Basta criar uma pasta e dar a ela um nome com um código hexadecimal específico como extensão. Tente, por exemplo, este nome:

PoderTotal.{ED7BA470-8E54-465E-825C-99712043E01C}

Feito isso, a pasta passa a ser identificada com o ícone do Painel de Controle. Dentro dela, aparecem dezenas de ícones para acesso a configurações do sistema.



Materia retirada do link
http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/windows-7/conheca-o-modo-todo-poderoso-do-windows-7/